sábado, 23 de fevereiro de 2013

Carro-Da-Semana

Que tal pagar apenas 13.000,00 em um Toyota camry 2.2 completismo. Air bag,freios ABS,ar condicionado e entre outros. Você  acha que esta bom ? e ainda é único dono,Ta bom você deve estar pensando e as peças bom deve ser difícil achar mas ca entre nos toyota não quebra.

Para os interessados click Aqui

sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013

Hyundai Excel hatch - RS

Já falamos o quanto amamos o Hyundai Excel, o quanto idolatramos este baita carro, mas hoje eu tenho que admitir, a versão hatch é muito feia. Esses dias eu estava saindo do trabalho e me deparei com ele, parei um pouco, analisei e tirei as fotos.
Primeiro, a traseira dele é muito horrível, as lanternas são diferentes do Sedan, o aerofólio é uma abinha meio tosca, e o vidro de trás é muito estranho. Segundo é a cor dele, no caso seria para qualquer modelo, não acho que Excel cai bem com essa cor, mas né, gosto é gosto. Por último, o estado dele, meio batido, arranhado, os bancos foram trocados e etc, uma pena ele estar nessas condições, só piora a situação estética dele hehehehhe



O carro está quase sempre estacionado no centro de Esteio - RS

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013

Quanto custavam os carros de ontem em dinheiro de hoje?

Pesquisamos os preços dos carros que realmente nos interessam – os esportivos brasileiros, desde o pioneiro Willys Interlagos – e os atualizamos segundo os índices econômicos de correção do Banco Central(mais a ajuda de um economista) para descobrir quanto eles custariam em valores de 2012. Os preços atualizados estão sempre entre parênteses.

Década de 60


O primeiro esportivo do Brasil chegou às lojas em 1962, custando 2,7 milhões de cruzeiros (117.500 reais) numa época em que as opções eram bastante reduzidas, e o carro ainda um artigo de luxo. O Fusca custava 1,45 milhões de cruzeiros (70.600 reais) e era o carro de passeio mais barato do país. O Interlagos dividiu o status de esportivo com o Karmann-Ghia, que usava mesma mecânica do Fusca, e que custava quase o mesmo que o concorrente: 2,56 milhões de cruzeiros (117.449 reais).


O Puma GT “Malzoni” foi lançado em 1967, no mesmo ano em que a Willys encerrava a produção do Interlagos e o Karmann-Ghia recebia mais potência com o motor 1500. O fora-de-série, ainda com mecânica DKW, saía por 1,35 milhão de cruzeiros (110.621 reais). Como você vai reparar a seguir, os preços destes esportivos de construção artesanal e escala reduzida eram relativamente altos em comparação ao que viria na década seguinte.

Década de 70


O mercado de esportivos começou a esquentar na década de setenta, com a chegada do belo SP2 em 1972 por 30.900 cruzeiros (84.050 reais). Mesmo sendo bonito, confiável e robusto, eu juntaria uns trocados e pagaria 31.500 cruzeiros (88.350 reais) pelo Puma GTE, de desempenho e beleza semelhantes.


Se o seu negócio fosse carros maiores e mais nervosos, em 1975 tínhamos o Opala SS, o Maverick GT V8, o Dodge Charger R/T e o Puma GTB. Destes o mais barato era o Opala SS-6, que custava 64.000 cruzeiros (99.100 reais), enquanto o Maverick cobrava 67.900 cruzeiros (105.141 reais) por seu V8 302 canadense.


passear de Dodge por aí naquela época, precisaria abrir mais o bolso e desembolsar 82.350 cruzeiros (127.374 reais) por um Charger R/T, uma bela economia diante do fora-de-série Puma GTB tabelado em 88.300 cruzeiros (136.650 reais) e que vinha com o mesmo conjunto motriz do SS-6.
Em 1976 a VW finalmente lançou um carro com motor refrigerado a água, muito mais moderno que seu boxer da década de 30 que equipava os “esportivos” SP2, Karmann-Ghia TC e Fusca 1600S. Por isso os 62.300 cruzeiros (69.520 reais) parecem bastante razoáveis por um fastback alemão naturalizado brasileiro que, se não esbanjava potência, oferecia qualidades de condução incomparáveis paraépoca.
Quando a Puma lançou o GTB S2 de 380.000 cruzeiros (169.200 reais) no fim da década, o Charger R/T havia sido transformado em uma versão esquisita do comportado Magnum. Seus rivais Maverick GT e Opala SS tornaram-se esportivos de adesivo com seus motores de quatro cilindros e desempenho limitado. A coisa só voltaria aos eixos na década seguinte.

Década de 80


O mercado de esportivos voltou a esquentar novamente na metade dos anos 80, quando a Volkswagen colocou o motor 1.8 do Santana em um Gol e o envenenou com um comando de válvulas alemão, criando o primeiro Gol GT, de 13.2 milhões de cruzeiros (59.480 reais). Seu principal rival era o Escort XR3, que não tinha o mesmo desempenho, mas era mais moderno e visualmente idêntico ao modelo europeu. Custava 15,3 milhões de cruzeiros (69.140 reais) e tinha teto-solar de série. O XR3 conversível chegou um ano depois, quando a inflação levou seu preço a conversível a 72 milhões de cruzeiros (120.600 reais).
            

Outra opção interessante, mesmo em fim de carreira, era o Passat Pointer, encontrado por 550.000 cruzados (101.000 reais). Nessa mesma época a VW substituía o Gol GT pelo GTS, que em tempos de loucura econômica e inflação descontrolada era vendido por 523.200 cruzados (97.600 reais). A Chevrolet participava discretamente do mercado de esportivos com o belo Monza S/R 2.0, de 473.400 cruzados (88.376 reais).



No ano seguinte a Fiat entrava na briga com o nervosinho Uno 1.5 R, o mais barato deles, custando 1,2 milhão de cruzados (63.700 reais), e em 1989 o Escort XR3 finalmente ganhava desempenho com o motor AP1800 idêntico ao do Gol GTS, e custava o equivalente a 95.300 reais.

Década de 90


O fim da reserva de mercado também foi o fim dos esportivos carburados. O primeiro da nova geração eletrônica foi o Gol GTi, que entrou na década de 90 embalado pelo potente AP 2000, pronto para encarar o renovado Escort XR3 2.0 e o moderno Kadett GSi. Em um comparativo feito em 1993, o pequeno Volks ganhou na pista e na tabela: custava 307,3 milhões de cruzeiros (78.600 reais), enquanto Kadett e Escort empatavam, custando 370,5 milhões (94.700 reais) e 374 milhões de cruzeiros (95.600 reais) respectivamente.

A economia mais estável em 1994 resultou nos belos duelos entre os aspirados multiválvulas da Chevrolet – Corsa GSi, de 21.500 reais (76.500 em 2012) e  Vectra GSi, de 39.000 reais (142.200 em 2012) – e os turboalimentados da Fiat – Uno Turbo de 22.500 reais (80.050  em 2012) e Tempra Turbo 33.270 reais (118.400 em 2012).
Depois foi a vez da Volkswagen atualizar seu Gol GTI, primeiro com o velho 2.0 8v e mais tarde com um moderno 2.0 16v trazido da Alemanha. Os modelos se diferenciavam pelas rodas, pela emblemática bolha no capô do modelo multiválvulas e, obviamente, pelo preço: 22.800 reais (60.600 em 2012) o GTI 8v e 30.900 reais (82.200 em 2012) o GTI 16v.

No fim dos anos 90 o Gol GTI passou a ser produzido apenas com o motor 16v e ganhou duas portas traseiras. A Ford, sempre na lanterna, limitou-se a criar um Escort RS sobre o modelo GL duas-portas, usando saias e spoilers, rodas exclusivas e painel de instrumentos de fundo branco. Custava 25.000 reais (62.400 em 2012). A GM seguiu a mesma fórmula, oferecendo um Astra fantasiado por 29.500reais (67.200 em 2012
Década de 2000
Já nos anos 2000 a Fiat trouxe o Brava HGT , um modelo 1.8 oferecido por 35.114 reais (67.100 atualmente) na época do lançamento. Mas o destaque mesmo era o lendário Marea Turbo de 182 cavalos, que brigava pelo topo da tabela de potência nacional com o também turbinado Golf GTI de 150 cv (potência que mais tarde aumentaria para 180 cv). Em 2003 a Fiat cobrava 57.990 reais (89.300 em 2012), enquanto o hatch da Volkswagen saía por 62.200 reais (96.600 em 2012). Houve ainda o Golf GTI VR6, limitado em 99 unidades, que custava assustadores 105.600 reais (162.100 em 2012) e curiosamente entregava quase o mesmo desempenho do GTI turbo.
Um dos últimos – e melhores – esportivos nacionais foi o Civic Si, que na época de seu lançamento (lá se vão cinco anos, galera…) custava 99.000 reais (127.800 em 2012) e rivalizava com o decadente Golf GT “Mk 4,5″, que teve sua injeção eletrônica remapeada para render 193 cv com gasolina de alta octanagem. Junto com a potência, o preço também subiu e foi para 90.500 reais (116.900 em 2012)

Restaurado o verdadeiro DeLorean do tempo

Este se trata do DeLorean usado na trilogia De volta para o futuro, o trabalho foi feito por uma equipe que recebeu o sugestivo nome de The Time Machine Restoration Team, que passou um ano inteiro restaurando os painéis de aço e as peças do capacitor de fluxo, além de reconstruir alguns componentes danificados pelo tempo.

Citroen 2CV


Para retomar as atividades aqui no Blog Combustão, trago um vídeo sobra a montagem do Citroen 2CV. Isso mesmo, o nome 2CV é por que o carro somente tem 2CV!! aheaheheahaehae
Este foi um carro feito até meados de 1990, tendo todo sua montagem feita a mão, sem máquina nenhuma para dar precisão, tudo no olho. Não acredita em mim? Então confere aí este vídeo com a montagem dessa carroç... opa, carro que fez um relativo sucesso na França por um tempo: